quarta-feira, 21 de maio de 2008

Comida de casa


“Meio dia eu só penso em poder parar”, esquento minha marmita na copa e sentam os outros colegas de trabalho que também compartilham da máxima “comida de casa é mais gostoso”. Com a marmita na mesa, o roteiro é seguido sem improvisos: falam sobre as rodadas dos campeonatos de futebol, e todos tiram sarro dos corinthianos.
Terminado o almoço, bateu aquela brisa pós refeição, e o Seu Kleber, que trabalha aqui comigo, comentou sobre o seu curso na faculdade de História na FFLCH:
“Poxa, a gente nem tem mais aula sobre o Egito... E tem gente que quer tirar a História Grega da nossa grade também!”
Minha nossa... deixar a História da Grécia de lado? Parece um absurdo, mas eu entendo essa postura radical: ecos dessa civilização importunam até a hora do meu almoço, com seu espírito competitivo e a busca pelo ideal!
Qual o propósito de ver qual é o melhor time? Se o seu time não for o melhor, você vai torcer para outro? Cansei.
E numa fração de segundo, tudo parece fazer sentido: quem liga para o time que ganha? Ou para o time que perde? O que vale é o carnaval em torno dos jogos.
E eu me esforço para não prestar atenção na conversa do meio-dia, e tento apreciar comida de casa.

2 comentários:

Gabi Rowlands disse...

Ahhhh é???? Ingrato.... vou falar pro Klebão nunc mais conversar com vc, tá??
Bluúúúúú... :-P

Anônimo disse...

Ow...Fala sério...me tira dessa!!!! Huahuahua...e os vira-casaca??? Sempre há uma chance das coisas mudarem!!! Você não levou em consideração as pessoas de personalidade fraca!!!! huahuahua

Vou falar pro Klebão não falar mais com você mesmo!!!!